Tido como a maior e mais moderna empresa do setor no Hemisfério Sul, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) é o melhor exemplo da carência de mão de obra especializada, hoje o principal gargalo do desenvolvimento em Pernambuco, que cresce a taxas superiores à da região. A empresa já apelou para o Japão, de onde trouxe 135 dekasseguis brasileiros, como são chamados naquele país os que trabalham longe de casa. O EAS já gastou mais de R$ 16 milhões em qualificação, beneficiando 7,2 mil pessoas, entre eles ex-cortadores de cana e trabalhadores informais. Mesmo assim, acaba de publicar anúncios em oito estados, recrutando soldadores, montadores, engenheiros, projetistas e supervisores. No EAS, trabalham nove mil pessoas, mas com as demandas do pré-sal, a empresa deverá contratar mais 1.200.
Fonte - O Globo
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